Crystal Fairy e o Cactus Mágico, uma comédia que deu ao chileno Sebastián Silva o prêmio de Melhor Diretor no Festival de Sundance

por max 26. julho 2014 02:22

 

Para começar, devo dizer que Crystal Fairy e Cactus Mágico (Crystal Fairy & The Magical Cactus And 2012, 2013) é um grande título para um filme ou para um livro, ou para qualquer coisa. Para continuar, pois devo dizer que o filme faz jus ao título tão magnífico, tanto que ele deu ao seu mestre, o jovem chileno Sebastián Silva, o prêmio de Melhor Diretor no Festival de Sundance de 2013.

O filme é protagonizado pelo canadense Michael Cera, de quem lembramos por seu papel de jovem bobo e doce em Juno (2007), e por suas atuações em Superbad: É Hoje (Superbad, 2007) e também em Scott Pilgrim Contra o Mundo (Scott Pilgrim vs. The World, 2010) fazendo, claro, o próprio Pilgrim. Michael, um pouco mais velho, interpreta um jovem americano que foi ao norte do Chile em busca de um cacto alucinógeno.

Para isso, ele foi acompanhado de quatro amigos, que não levam essa peregrinação tão a sério como Jamie, o personagem de Michael. O que parece ser um círculo completo de amigos, será quebrado pela aparição de uma americana totalmente Nova Era que se chama Crystal Fairy (Gaby Hoffmann).

Ela, que também está atrás de uma experiência alucinógena, faz as coisas do seu jeito, pois tem um modo muito particular de ser, mais despreocupado e caótico e, definitivamente, muito diferente da personalidade obsessiva de Jamie. No encontro entre esses dois personagens tão diferentes é que acontece a mágica, divertida e profunda trama de Crystal Fairy e o Cactus Mágico, uma comédia sobre a busca do espírito e sobre o encontro das diferenças. Altamente recomendado, eu afirmo.

Crystal Fairy e o Cactus Mágico, domingo 10 de agosto, no Max.

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