Inevitável, uma comédia cheia de suspense ou um thriller com toques de comédia

por max 20. agosto 2014 05:16

 

Inevitáveis são as crises de certas idades, inevitável é o amor, inevitável também parecer ser o destino e, sem dúvida, inevitável é a morte. A coprodução Argentina-Espanha Inevitável (Inevitable) de 2013, dirigida por Jorge Algora (El niño de barro), baseada em uma peça de teatro de Mario Diament, conta a história de Fabián (Darío Grandinetti), um executivo de banco que, por diferentes razões, acaba entrando em crise. Haverá a morte de um companheiro (que ele presencia) e o encontro em um banco de parque com um escritor cego (Federico Luppi), dois fatos que o levam à grande crise, a crise do que fazer da vida, da dúvida se está fazendo o que deve fazer, se tomou as decisões certas na vida, se tem o amor que uma vez almejou. Fabián, vale dizer, é casado com Mariela (Carolina Peleritti), uma psicóloga que se ocupa mais de seus pacientes do que do marido. Por isso, nosso executivo de banco, depois da conversa com o escritor cego, seguirá o caminho da aventura romântica e ficará obcecado por Alicia (Antonella Costa), uma escultora que vive em La Boca, Buenos Aires. Aqui o filme, que tem certo drama com toques de comédia (não sei se romântica), fará uma reviravolta para o suspense, pois como disse, Fabián ficará literalmente obcecado por Alicia, com níveis de alta tensão, que o espectador, é claro, vai gostar de ver.

Inevitável é um filme de contrastes, maravilhosamente interpretado, que leva a um final inesperado, dentro deste contexto do destino, do amor, da loucura e das crises da vida. Uma montanha russa de emoções e surpresas.

Inevitável, domingo, 24 de agosto, no Max.

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