Lore, um drama que mostra os traumas imediatos da Segunda Guerra Mundial

por max 23. julho 2014 05:29

 

Lore (2012), da diretora australiana Cate Shortland, é um filme sobre a Segunda Guerra Mundial. Mas não é qualquer filme sobre este momento histórico. Nos últimos anos, estão fazendo um cinema diferente, que aborda outros olhares sobre estes anos. E isto é o que realmente interessa em Lore, o que o torna realmente original. Veja a história: o filme acontece logo após a morte de Hitler, quando os aliados já haviam tomado a Alemanha e se movimentavam livremente pelo país. Lore (Saskia Rosendahl), que é uma garota, vive com os irmãos menores e com a mãe. Esperam que o pai, um alto oficial nazista, volte logo para casa. Mas o que acontece? O homem desapareceu e a mãe decidiu procurá-lo. Ela dirá a Lore que se não voltar em até três dias, ela deverá partir com os irmãos para a casa da avó em Hamburgo, lugar que não é nada perto. É claro que a mãe não volta e o pai muito menos. Então Lore se responsabiliza pelos irmãos (um deles com poucos meses) e decide partir. O que encontrarão no caminho será o pânico, a decadência e o terror que ficaram como consequência da guerra carregada de atrocidades. Eles terão que respeitar os soldados americanos e também cuidar de seus compatriotas, desconfiados, empobrecidos, lançados à sorte e à privação por fome e por várias necessidades. Parte deste caminho cheio de maldades, Lore e os irmãos vão percorrer ao lado de Thomas (Kai-Peter Malina), um rapaz de suposta origem judaica, com quem Lore terá uma estranha relação. É um drama sobre a Segunda Guerra que mostra as consequências imediatas de um conflito e o estado espiritual em que ficou o próprio povo alemão.

Lore, domingo 3 de agosto, no Max.

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