Pink Floyd The Wall, a psicodélica beleza de um filme

por max 20. abril 2012 07:55

 

Este mês, o Max apresenta uma obra-prima da imaginação e da música, um feliz encontro do cinema com o rock: Pink Floyd The Wall (1982). É um desses filmes inesquecíveis para se ver e rever.

Um pouco antes de sair da banda, Roger Waters, o homem por trás de The Wall, viu realizado um de seus sonhos: a versão cinematográfica deste disco. E o diretor não foi Barbet Schroeder, para quem a banda realizou várias trilhas sonoras, mas Alan Parker. Sabe-se que foi Parker, fã do Pink Floyd, quem teve a idéia da adaptação. O cantor punk Bob Geldof, muito parecido com Syd Barrett, foi escolhido para protagonista por essa semelhança. O roteiro, de Roger Waters, não tem diálogos convencionais e é fiel ao espírito do disco. As magníficas animações que acompanham o filme são do britânico Gerald Scarfe, que ilustrara a capa do disco e é conhecido por suas caricaturas de personagens da política e da nobreza de seu país.

Pink Floyd The Wall é uma obra de arte psicodélica, onírica, espetacular e, ao mesmo tempo, claustrofóbica, poética. Foi um sucesso de Parker, que vinha de O Expresso da Meia-noite (Midnight Express, 1978) e depois dirigiria Asas da Liberdade (Birdy, 1984), Coração Satânico (Angel Heart, 1987) e Mississipi em Chamas (Mississippi Burning, 1988).

Pink Floyd The Wall. Não perca nesta sexta-feira, 20 de abril. Reinvente, imagine de novo… Descubra o Max.

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